Em meio a rumores, Carla Bruni diz na TV que Sarkozy é fiel
Por Crispian Balmer PARIS (Reuters) - A ex-supermodelo Carla Bruni-Sarkozy disse que seu marido, o presidente francês Nicolas Sarkozy, nunca a trairia e descreveu a história de amor deles como um "conto de fadas real". Bruni, que se casou com Sarkozy há dois anos após um rápido romance, fez os comentários à televisão britânica Sky News numa entrevista divulgada na quarta-feira e gravada na última sexta-feira.

Nos últimos três dias, rumores publicados na Internet e nos jornais britânicos dizem que Bruni e o presidente francês estão tendo casos extraconjugais.

O Elysée não fez comentários sobre a especulação.

Embora a entrevista da Sky tenha sido feita antes de surgirem os rumores, o repórter perguntou se Bruni confiava em Sarkozy, dadas as especulações de que ele tenha tido affairs antes de se conhecerem.

"Oh, sim, muito. Ele nunca teria um caso. E você já viu alguma foto dele com um caso? Ah, então", disse Bruni, olhando firme para o entrevistador.

Questionada sobre se acreditava que o casamento deles duraria para sempre, Bruni fez uma pausa antes de dizer: "Acredito que o casamento deveria ser para sempre, mas, ninguém sabe o que acontece. Gostaria que fosse para sempre, essa é a minha esperança, mas podemos morrer amanhã".

Estrela das passarelas que virou uma cantora, Bruni levou glamour ao palácio do Elysée em fevereiro de 2008 ao se casar com o hiperativo Sarkozy, que havia se divorciado da segunda mulher apenas quatro meses antes.

No entanto, o relacionamento rápido deles levantou suspeitas na França, especialmente em razão de uma afirmação de Bruni numa entrevista a uma revista em 2007 de que ficava "muito entediada com a monogamia".

Perguntada sobre esse famoso comentário pela Sky, Bruni salientou que Sarkozy era o primeiro marido dela. "Bem, eu nunca tinha sido casada, então acho que monogamia tem a ver com casamento, certo?", afirmou ela.

Bruni já se descreveu como "domadora de homens" e teve uma série de casos com intelectuais e estrelas do rock, como Mick Jagger e Eric Clapton, e tem um filho de um relacionamento anterior.

Mas ela disse à Sky que era muito grata de ter conhecido Sarkozy.

"O conto de fadas real é como tive sorte, uma sorte incrível de me apaixonar aos 40 anos de idade e conhecer alguém que, sabe, eu poderia casar", disse ela.

Gorillaz lidera paradas britânicas na prévia semanal da BBC
LONDRES (Reuters Life!) - A banda virtual Gorillaz liderava a corrida pelo primeiro lugar nas paradas semanais britânicas nesta quarta-feira, na primeira atualização do meio da semana das vendas de músicas transmitida pela BBC Radio 1. Porém, "Plastic Beach", terceiro álbum do grupo que conta com a participação de nomes como Snoop Dogg, Lou Reed e Bobby Womack, está apenas cinco por cento à frente do segundo colocado "Brother", da banda irlandesa Boyzone. O álbum "A Curious Thing", de Amy Macdonald, era o terceiro, de acordo com a Official Charts Company, seguido pela trilha sonora do novo musical de Andrew Lloyd Webber, "Love Never Dies", a sequência do sucesso "O Fantasma da Ópera".

O último colocado entre os cinco era "The Element of Freedom", de Alicia Keys.

A tabela final será anunciada, como de costume, no domingo.

Na parada de singles, Tinie Tempah estava no caminho de retomar a primeira posição no domingo, com "Pass Out". A música "Rude Boy", da Rihanna, estava em segundo, e a sensação teen canadense Justin Bieber era o número três, com o lançamento "Baby".

(Reportagem de Mike Collett-White)

Ator Corey Haim é encontrado morto; suspeita é de overdose
O ator americano Corey Haim, que ficou famoso durante sua adolescência nos anos 1980, morreu na madrugada desta quarta-feira (10), aparentemente por uma overdose de drogas, informou a Polícia de Los Angeles.

De acordo com o site da revista americana "People", Haim foi encontrado inconsciente por sua mãe, Judy, e teve a morte pronunciada às 3h30, logo depois de dar entrada no hospital St.Joseph. A Polícia disse à emissora de televisão "KTLA" que Haim, de 38 anos, aparentemente sofreu uma overdose acidental de drogas.

Reprodução/Getty Images

Corey Haim em dois momentos: nos anos 1980, auge da carreira, e em 2009

Haim fez sua estreia em Hollywood em 1984, mas foi realmente alçado à fama em 1987, com "Os Garotos Perdidos". Entre seus filmes de sucesso entre as teens da época ainda estão "A Inocência do Primeiro Amor" (1986) e "Sem Licença para Dirigir" (1988).

O ator também ganhou destaque por seus trabalhos conjuntos com Corey Feldman, com quem contracenou em "Os Garotos Perdidos" (1987) e "Garotos Perdidos - A Tribo" (2008). A dupla estrelou o reality show "The Two Coreys", levado ao ar pelo canal por assinatura "A&E" entre 2007 e 2008.

Reprodução/Getty Images

Corey Haim e Feldman em "Os Garotos Perdidos" e no lançamento de "The Two Coreys"

A Warner Brothers havia dado sinal verde para a produção de um terceiro filme da série "Garotos Perdidos", utilizando apenas Corey Feldman no papel principal.

Em 1995 o ator namorou brevemente a Spice Girl Posh, hoje mais conhecida como Victoria Beckham. Corey também ficou vários anos com ídola teen Alyssa Milano. Nesta quarta, a atriz postou em sua página no Twitter: "Acordei com a triste notícia de que o Corey Haim morreu. Descanse em paz, doce menino".

Aston Kutcher também deixou seu recado no microblog: “Descanse em paz Corey Haim, meu ídolo de infância”.

Em 1997, depois de vários anos longe dos holofotes, o ator entrou com um pedido de falência na Suprema Corte da Califórnia. Entre os bens listados por Corey no processo estavam uma BMW 87, US$ 100 em dinheiro, US$ 750 em roupas e US$ 7,5 mil em direitos autorais.

Na época ele devia mais de US$ 250 mil para o Imposto de Renda e em despesas médicas. Corey, inclusive, foi internado algumas vezes por conta de seu problema com as drogas. 

Em 2004 ele voltou novamente às manchetes depois que a banda The Thrills lançou a música "Whatever Happened To Corey Haim?".

* com EFE

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Ator Corey Haim morre de overdose em Los Angeles
WASHINGTON (Reuters) - O ator Corey Haim, astro adolescente de Hollywood nos anos 1980, famoso tanto por sua atuação como por seu uso de drogas, morreu em Los Angeles em uma aparente overdose, segundo informações da imprensa norte-americana nesta quarta-feira. Ele tinha 38 anos. Nos anos 1980, o canadense estreou em "Lucas", junto com Charlie Sheen e Winona Ryder, e em "Os Garotos Perdidos", com Kiefer Sutherland, Jason Patric e Corey Feldman, assim como "Sem Licença para Dirigir", também com Feldman. Ele se tornou conhecido por sua parceria na frente e por trás das câmeras com Feldman, outro astro adolescente, e eram conhecidos como "Os Dois Coreys". Ambos tiveram problemas com o uso de drogas. A dupla estrelou um reality show em um canal de televisão à cabo nos EUA nos anos 2000.

Segundo informações da imprensa em Los Angeles, Haim foi encontrado inconsciente em seu apartamento e sua morte foi anunciada em um hospital local. A polícia de Los Angeles disse que sua morte foi aparentemetne causada por overdose de drogas, segundo a imprensa.

(Reportagem de Will Dunham)

Lentamente, Oscar da diretora Kathryn Bigelow irá mudar Hollywood
A cineasta Kathryn Bigelow envolveu com seus dedos no domingo aquele homenzinho dourado chamado Oscar, rachando um dos tetos de vidro de Hollywood. Mas estilhaçá-lo para valer ainda vai demorar mais.

Pesquisas mostram que o número de profissionais mulheres por trás das câmeras caiu nos últimos anos, e que há menos papéis femininos nas grandes produções de Hollywood. Saber disso pode deixar com ressaca quem exagerou na comemoração no domingo.

Getty Images

Kathryn Bigelow e uma das estatuetas conferidas a seu filme "Guerra ao Terror"

Dois dias depois de Bigelow, de 58 anos, se tornar a primeira mulher a conquistar o Oscar de direção, observadores de Hollywood dizem que o reflexo disso em termos de ampliação do mercado de trabalho cinematográfico para as mulheres pode levar anos, e depende tanto de prêmios quanto dos lucros dos estúdios.

"Estamos no negócio do cinema. O negócio é uma parte importantíssima", disse Jane Fleming, presidente da ONG Women in Film, que promove e ajuda cineastas mulheres.

"A vitória da Kathryn é excitante porque mostra à próxima geração o que é possível. Mas não acho que altere inerentemente da noite para o dia a realidade no fazer cinematográfico, e a realidade de que cineastas mulheres estão atrás de seus colegas homens", disse ela.

Um recente estudo intitulado "O Teto do Celuloide" mostra que dos 250 filmes com melhores bilheterias em 2009, as mulheres eram apenas 16% entre diretores, produtores, roteiristas e outras funções importantes – igual a 2008, e três pontos percentuais abaixo de 2001.

As mulheres eram apenas 7% dos diretores, queda de 2 pontos em relação a 2008, segundo Martha Lauzen, da Universidade Estadual de San Diego, que monitora a presença feminina na TV e no cinema e examinou mais de 2.800 funções.

Outra pesquisa, da Escola Annenberg de Comunicações, da Universidade do Sul da Califórnia, concluiu que, dos quase 4.400 papéis com falas nos cem filmes mais vistos de 2009, só cerca de 30% eram mulheres. Quando havia pelo menos uma mulher dirigindo o filme, a proporção saltava para 44%.

A regra do jogo

Embora mulheres como Sherry Lansing (Paramount Pictures), Stacey Snider (Universal Pictures e DreamWorks) e Amy Pascal (Sony Pictures) dirijam ou tenham dirigido grandes estúdios, ter sucesso em Hollywood significa jogar um jogo que existe há mais de cem anos e cujas regras foram definidas principalmente por homens.

E mudar esse jogo irá levar muitos anos, já que filmes "para rapazes" como "Se Beber, Não Case" (467 milhões de dólares nas bilheterias), ou aventuras de ação, como "Avatar" (2,5 bilhões de dólares), dominam o mercado.

Na verdade, "Guerra ao Terror", filme que deu o prêmio a Bigelow, não é o que Hollywood tradicionalmente chama de "filme de mulher": um romance ou comédia de relacionamentos. Ele fala de guerra, de bombas e de caras na batalha – coisa de macho.

Mas para cada "Guerra ao Terror", "Se Beber, Não Case" ou "Avatar" existe também um "Crepúsculo", série de filme voltada para mulheres jovens, que arrecadou 1,1 bilhão de dólares nas bilheterias mundiais nos dois primeiros episódios – um dirigido por uma mulher, o outro, por um homem.

"Filmes de mulheres não fazem menos dinheiro. Quando as mulheres recebem o mesmo dinheiro (para produzir e divulgar os filmes), podem ganhar tanto dinheiro quanto (os homens)", disse Debra Zimmerman, diretora-executiva da Women Make Movies, outra entidade que promove e ajuda cineastas mulheres.

Talvez tão notáveis quanto a vitória de Bigelow tenham sido os Oscars para Mo'Nique (atriz coadjuvante) e Geoffrey Fletcher (roteiro adaptado). Ele também fez história, por se tornar o primeiro negro a ganhar o prêmio nessa categoria, por "Preciosa."

Mas o teto de vidro racial em Hollywood foi menos comentado, em grande parte por já ter sido superado – inicialmente por Hattie McDaniel, em 1939, por "...E o Vento Levou", e mais tarde, em 1963, por Sidney Poitier por "Uma Voz nas Sombras".

Quando Denzel Washington e Halle Berry ganharam os Oscars de melhores ator e atriz em 2002, o teto racial foi estilhaçado de vez. O sucesso posterior dos filmes de Tyler Perry, a começar por "Madea's Family Reunion" (2006), eliminou quaisquer cacos restantes.

"Se você olha a mudança anedótica (a vitória de Bigelow), fica animado, (mas) se você olha as estatísticas, é outra história", disse Fleming, da Women in Film. "Mas prefiro pensar que a mudança anedótica irá em breve levar a uma mudança nas estatísticas."

Leia mais sobre: Oscar 2010, Kathryn Bigelow

 


Sequência de "O Fantasma da Ópera" é apenas "sombra do original"
Por Mike Collett-White e Nickie Omer LONDRES (Reuters) - As comparações com o original foram inevitáveis quando Andrew Lloyd Webber resolveu escrever uma sequência de seu musical recordista "O Fantasma da Ópera." Depois da première mundial do musical, na noite de terça-feira no teatro Adelphi, em Londres, o consenso entre a crítica especializada foi que "Love Never Dies" não passa de uma sombra do espetáculo visto por mais de 100 milhões de pessoas em todo o mundo desde 1986.

O novo musical leva adiante a história do Fantasma, que deixou seu esconderijo no Teatro de Ópera de Paris e, dez anos mais tarde, assombra os parques de diversões de Coney Island, em Nova York.

Nem todas as resenhas foram negativas, mas vários críticos destacados foram impiedosos ao descrever a sequência, entre eles Ben Brantley, do New York Times.

Ele não foi o único a considerar a trama da sequência confusa e implausível.

O crédito pelo libreto é atribuído a quatro pessoas: o próprio Lloyd Webber, o escritor teatral Glenn Slater, o romancista Frederick Forsyth e o comediante Ben Elton.

"Se você não conhece o primeiro 'Fantasma', ficará muito confuso; se você o conhece, ficará muito confuso também," escreveu Brantley.

Quentin Letts, do Daily Mail, não foi tão negativo em relação a "Love Never Dies," mas concluiu:

"Um sucesso? Não chega a tanto... Mas, se é um fracasso, é um fracasso nobre, porque a música cada vez mais operática de Lloyd Webber procura nos elevar a um plano mais alto."

Benedict Nightingale, do The Times, disse que sentiu falta "do clima de ameaça, de horror, de trevas psicológicas" de "Fantasma da Ópera."

Já o crítico Charles Spencer escreveu no Telegraph que "Love Never Dies" é o melhor espetáculo de Lloyd Webber desde "Fantasma," "com melodias maravilhosas que nos assombram e um romantismo pungente que fez arrepios percorrerem minha espinha."

As resenhas divididas vieram após uma campanha lançada na Internet por um número pequeno de fãs inveterados de "Fantasma," que atacaram "Love Never Dies" antes mesmo de sua estreia.

Lloyd Webber fez pouco caso dos comentários, mas admitiu que eles dificultam o lançamento de um musical na era digital.

"Se a Internet existisse na época em que foram lançados 'Cats', 'Les Miserables' e 'Fantasma da Ópera', a gente teria praticamente sido obrigado a desistir," disse ele à Reuters.

"Love Never Dies" chegará à Broadway em novembro e à Austrália em 2011.

Royal Opera vai encenar história de Anna Nicole Smith
LONDRES (Reuters Life!) - A Royal Opera britânica vai encenar no próximo ano a première mundial de "Anna Nicole", sobre a vida da ex-modelo da Playboy, atriz e favorita dos tablóides Anna Nicole Smith, morta em 2007. A nova ópera do compositor britânico Mark-Anthony Turnage e do roteirista Richard Thomas será encenada pelo renomado diretor de óperas Richard Jones, disse a empresa na quarta-feira em comunicado à imprensa. Richard Thomas foi co-criador de "Jerry Springer: The Opera", espetáculo polêmico que motivou milhares de queixas e protestos de rua quando foi transmitido pela BBC em 2005.

Ele disse que o libreto da ópera sobre Anna Nicole vai terminar com sua morte, e não focar a sensacional batalha na Justiça sobre o destino de seus restos mortais e a guarda de sua filha Dannielynn.

Anna Nicole Smith morreu aos 39 anos de idade, na Flórida, de overdose acidental de medicamentos.

Na época de sua morte, ela estava envolvida em uma prolongada disputa judicial em torno do testamento deixado por seu falecido marido, o bilionário petrolífero Howard Marshall. Eles tinham se casado quando ela tinha 26 anos e ele, 89.

Outra celebridade que tem um fim triste é o tema de "Adriana Lecouvreur", ópera de 1902 de Francesco Cilea sobre a atriz francesa desse nome, do século 18, que morreu em 1730 aos 37 anos, supostamente envenenada por uma rival amorosa.

A famosa soprano romena Angela Gheorghiu fará o papel-título na nova produção. É a primeira vez que a ópera será encenada na Royal Opera House em mais de um século.

A temporada 2010/2011 do Royal Ballet vai incluir "Alice no País das Maravilhas", uma obra nova que está sendo co-produzida com o National Ballet do Canadá.

Ela será coreografada por Christopher Wheeldon, com previsão de estrear em fevereiro de 2011.

(Reportagem de Mike Collett-White)

Bienal de SP inicia atividades com palestra de Anri Sala
A partir de hoje, o Teatro de Arena será o palco das primeiras atividades abertas ao público da 29ª Bienal de São Paulo, cuja mostra está programada para ocorrer entre 21 de setembro e 12 de dezembro no prédio da Fundação Bienal, no Ibirapuera. Com palestra às 20 horas do artista albanês Anri Sala, integrante da mostra, o evento lança o programa de residências artísticas e discussões, desta vez, realizado em parceria com o Projeto Capacete, coordenado por Helmut Batista, criado no Rio em 1998.Os curadores da 29ª Bienal, Agnaldo Farias e Moacir dos Anjos, também falarão para o público na ocasião sobre o conceito desta edição do evento, centrada no tema da Arte e Política. Até a abertura da exposição, o Teatro de Arena, gerido pela Funarte, vai abrigar duas palestras mensais com artistas convidados e workshops.

Anri Sala, que vai ficar por uma semana em São Paulo e coletar material para futura obra, falará na palestra de hoje sobre seu trabalho como um todo. Segundo Helmut Batista, Sala não é considerado artista residente porque sua estada na cidade é rápida. O artista inglês Jeremy Deller, que também estará em São Paulo apenas até o fim da semana, ministrará no Arena sua palestra amanhã, às 20 horas, ao lado do residente Amilcar Packer - vivendo em São Paulo, ele vai para o Rio fazer pesquisa.
O programa de residências e workshops (gratuitos, a partir de abril e com inscrições pelo site www.capacete.net ou pelo e-mail residência@capacete.net) tem um perfil mais "discursivo", como diz Batista, e misto, contemplando criadores e profissionais que não necessariamente façam parte da lista de participantes da 29ª Bienal.

Entre São Paulo e Rio participam do programa Cristina Ribas, Wouter Osterholt (Holanda), Elke Uitentuis (Holanda), Liz Linden (EUA), Carla Zaccagnini, Sarah Farah (Nova Zelândia), Victor Costales (Equador). Agnaldo Farias ainda cita outras participações como a curadora Ana Paula Cohen e a urbanista Marcia Ferran. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Serviço - Palestras da 29ª Bienal de São Paulo. Teatro de Arena (120 lugares). Rua Doutor Teodoro Baima, 94, 3256-9463. Grátis. Hoje e amanhã, às 20h

De Niro será legendário treinador de futebol americano em filme
LOS ANGELES (Reuters) - Ele já representou assassinos e policiais no cinema e tem dois Oscar em sua coleção. Agora Robert de Niro pode assumir o papel do legendário treinador de futebol americano Vince Lombardi em um filme patrocinado pela emissora esportiva ESPN. A divisão de TV a cabo da emissora, ESPN Films, informou que contratou De Niro para representar Lombardi na época em que o treinador levou o time Green Bay Packers de último a primeiro colocado na Liga Nacional de Futebol (NFL). Eric Roth ("Forrest Gump") foi contratado para trabalhar sobre o roteiro, que começa em 1959, quando Lombardi teve sua primeira oportunidade de ser treinador na NFL, assumindo as rédeas do humilde Packers.

Ao longo dos anos, a abordagem intransigente do treinador ajudou a levar o time a ser campeão da NFL por três vezes consecutivas e a conquistar vitórias nos dois primeiros Super Bowls. O Packers dominou o futebol americano durante boa parte da década de 1960.

Vince Lombardi morreu em 1970, aos 57 anos. Desde 1971, o troféu entregue ao vencedor do Super Bowl é chamado Troféu Vince Lombardi.

A ESPN disse que, pelos planos atuais, o filme será lançado na época das partidas do campeonato de futebol profissional em 2012.

(Reportagem de Bob Tourtelotte)

Trio a-ha se despede do público brasileiro com sucessos
A relação do trio a-ha (o nome da banda é escrito em minúsculas) com o Brasil vem de longe. Desde quando estourou com os sucessos "Take On Me" e "Hunting High and Low" em meados dos anos 80 o grupo tem despertado paixões avassaladoras entre os fãs daqui.A notícia do fim da banda pegou todos de surpresa.

Em entrevista concedida em dezembro de 2009 para o Jornal da Tarde, Magne Furuholmen, o tecladista, compositor e fundador do a-ha, explicou por que eles decidiram "fechar a lojinha" após 28 anos. "Gravar (o novo álbum) 'Foot of the Mountain' foi um parto. Tivemos inúmeras discussões quanto à sonoridade do álbum e não quero que, em um futuro próximo, essas brigas atrapalhem nosso relacionamento."

Depois de anunciar o fim do a-ha em outubro do ano passado, Magne, o vocalista Morten Harket e o guitarrista Paul Waaktaar-Savoy decidiram dar o adeus pessoalmente aos países que sempre estiveram do lado deles. É claro que o Brasil seria um deles. "Vamos ao Brasil para celebrar o fim do a-ha com os fãs. Não quero que seja uma despedida triste. Queremos sempre ser lembrados como uma banda que fez grandes escolhas. Quando eu tiver 75 anos e olhar para trás, tocar no Brasil sempre vai estar na minha memória", disse Magne.

No repertório do show de hoje, os maiores sucessos do grupo estarão em pauta. Seus integrantes querem transmitir aos fãs a sensação de uma viagem pelas décadas de 80 e 90, que foram marcantes na carreira. Canções como "Stay on These Roads", "Manhattan Skyline" e "Crying In The Rain" estarão no repertório.

Serviço:

a-ha. Farewell Tour 2010. Credicard Hall: Av. das Nações Unidas, 17.955, Santo Amaro. Fone: 2846-6000. Hoje, às 22h. De R$ 100 a R$ 400. Classificação: 16 anos. www.ticketmaster.com.br. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Comissão de frente ilusionista agora encanta nos palcos
Apresentação de escola de samba - fora do período de carnaval - não é só mais show de bateria, acompanhada de passistas. A comissão de frente da campeã Unidos da Tijuca, que encantou o sambódromo com ilusionismo, virou a estrela da agremiação.O grupo de bailarinos responsável pelas trocas de roupa instantâneas e imperceptíveis aos olhos do público tem sido contratado para animar festas e convenções. E já foi convidado para se apresentar no exterior.

A estreia foi na segunda-feira, quando os dançarinos participaram da abertura da Olimpíada do Conhecimento, competição de educação profissional, que reuniu 4 mil jovens de 13 países no Maracanãzinho. O espetáculo custou R$ 40 mil. Como na Sapucaí, as bailarinas trocaram de roupa escondidas por um tubo de tecido, embaixo de um enorme tecido vermelho ou sob chuva de papel picado. Nas saias, surgiu a palavra "futuro", tema do evento.

Os coreógrafos Rodrigo Negri e Priscila Motta dizem que fazem adaptações para o espetáculo caber no espaço do cliente. No Hotel Intercontinental, onde o casal recebeu prêmio pela melhor comissão de frente, não houve espaço para o tecido vermelho. "Estávamos tão perto do público que precisamos dobrar a quantidade de papel picado", conta Negri.

Nada que abale o impacto do número ilusionista. "As pessoas gritam, aplaudem, fazem questão de filmar e fotografar. Ainda se surpreendem com o truque, tentam desvendar o segredo, se empolgam como se fosse a primeira vez", conta Negri. Foi assim no Maracanãzinho: o público da arquibancada saudou a apresentação com palmas e agitando bastões coloridos e iluminados.

Mercado internacional

Fernando Horta, presidente da Unidos da Tijuca, explica que o sucesso da comissão permitiu à escola oferecer um "novo produto" ao mercado de entretenimento. De acordo com ele, shows da escola custam a partir de R$ 7 mil. Com a participação da comissão, esse valor sobe para, no mínimo, R$ 30 mil. A agenda começa a encher, com apresentação em João Pessoa e negociação para um show em Paris. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Warner quer lançar versão em 3D de "O Mágico de Oz"
Os estúdios Warner planejam fazer uma nova versão do clássico "O Mágico de Oz" (1939), modernizado e adaptado às novas tecnologias de três dimensões, seguindo o exemplo da Disney com "Alice no País das Maravilhas", informou o jornal "Los Angeles Times". A companhia cinematográfica conta com duas propostas de roteiro, uma chamada "Oz", criada por Darren Lemke, roteirista do quarto filme da série "Shrek" ("Shrek para sempre"), com produção de Temple Hill, responsável pelo fenômeno "Crepúsculo" (2008).

A outra, "Mágico de Oz", conta com o toque obscuro dos projetos de Josh Olson ("Uma História de Violência", 2005), que propõe que a neta de Dorothy lute contra o mal até a terra dos ladrilhos amarelos. A produção seria de Basil Iwanyk, que trabalha no projeto do remake em 3D de "Fúria de Titãs".

Segundo o jornal, o novo "O Mágico de Oz" está sendo desenvolvido, e os especialistas acreditam que o mercado receberá bem a nova versão do filme e seu desembarque nas telas em 3D, a exemplo de "Alice no País das Maravilhas", de Tim Burton, após sua estreia no último fim de semana, quando arrecadou US$ 210 milhões no mundo todo.

"O Mágico de Oz" estreou em 1939, protagonizado por Judy Garland, que interpretou uma menina do estado do Kansas que, após um tornado, apareceu em um lugar remoto chamado Oz, onde, junto a um leão, um homem de palha e outro de lata, partiu em busca de um famoso mago que a ajudaria a voltar para casa.

Lindsay Lohan processa financeira por causa de comercial
Por Jonathan Stempel NOVA YORK (Reuters Life!) - A atriz Lindsay Lohan moveu uma ação contra a corretora de valores E*Trade Financial Corp., pedindo indenização de 100 milhões de dólares por alegar que um bebê "viciado em leite" que apareceu em um comercial recente foi inspirado nela. Lohan afirma que a menina mostrada na propaganda, também chamada Lindsay, evoca a "aparência, nome, caracterização e personalidade" da artista sem seu consentimento, o que seria uma violação do seu direito à privacidade.

No processo aberto na segunda-feira num tribunal do Condado de Nassau, em Nova York, a atriz de 23 anos pede 50 milhões de dólares em indenização e outros 50 milhões de dólares como punição exemplar à empresa, além de exigir que a E*Trade pare de exibir o anúncio e entregue todas as cópias a ela.

Nem a advogada de Lohan nem a E*Trade quiseram comentar o assunto, noticiado inicialmente pelo jornal The New York Post.

De acordo com o jornal, a advogada Stephanie Ovadia argumentou que Lohan é uma personalidade reconhecida apenas por seu prenome, como a apresentadora Oprah (Winfrey) e a cantora Madonna.

Hillary Duff escreve série de livros para adolescentes
NOVA YORK – A atriz e cantora americana Hillary Duff, de 22 anos, lançará em outubro o primeiro livro de uma série de obras dedicadas ao público adolescente.

"Elixir", primeiro livro da série, tratará das aventuras da jornalista gráfica Clea Raymond ao investigar o desaparecimento de seu pai e será publicado pela editora "Simon & Schuster".

"Sempre gostei de me distrair com um grande livro, especialmente um que mostre uma protagonista feminina forte e inspiradora. Alguém que poderia ser você, mas que vive uma vida mais fascinante", comentou Duff ao anunciar a publicação.

A jovem atriz disse esperar que o romance seja "um desses livros que transportará os leitores a novos mundos". Segundo a editora, "Elixir" combina um triângulo amoroso perigoso e uma aventura internacional emocionante.

Espera-se que "Elixir" seja o começo de uma série de romances e que Duff escreva um livro de não-ficção no qual fale sobre o divórcio de seus pais, assunto que aborda em várias músicas.

 


Acusado de extorquir Letterman se declara culpado
NOVA YORK (Reuters) - Um produtor de TV se declarou culpado nesta terça-feira de ter tentado extorquir 2 milhões de dólares do apresentador David Letterman para não divulgar um romance dele com uma ex-funcionária do seu programa na rede norte-americana CBS. O produtor Robert Joel Halderman, que trabalha no noticioso da CBS "48 Hours Mystery", fez um acordo com a promotoria para cumprir apenas seis meses de prisão em troca de se declarar culpado. Ele também terá de prestar mil horas de trabalho comunitário e não poderá recorrer da sentença. O caso veio a público em outubro, levando Letterman, que é casado, a admitir no ar o seu romance com a ex-funcionária. Mas o assunto caiu no esquecimento semanas depois, ofuscado pelo escândalo envolvendo o golfista Tiger Woods.

Em nota, Letterman agradeceu a polícia e a promotoria.

Halderman compareceu à Suprema Corte do Estado de Nova York usando terno e gravata rosa. Ele poderia ser condenado a até 15 anos de prisão se fosse julgado e condenado. A sentença deve ser formalizada só em maio.

(Reportagem de Basil Katz)

Dustin Hoffman estrelará seriado de TV
Dustin Hoffman estrelará seriado de TV Por Ricardo Bairos Nova York (AE) - (9.mar) Dustin Hoffman pode ter o próprio seriado de TV no canal a cabo HBO.Ele está no elenco do piloto de um novo programa sobre corridas de cavalos, "Luck".

O ator veterano fará o papel de um apostador viciado em corridas de cavalo. Nick Nolte interpretará o treinador de um cavalo campeão. O roteiro do show é de David Milch. Não há mais detalhes sobre o projeto. (Planet Pop)

NAMORADO DE MILEY CYRUS ATUARÁ EM AVENTURA DE 3-D
(9.mar) O namorado de Miley Cyrus já tem um novo projeto em vista no cinema. Liam Hemsworth acaba de ser confirmado no elenco de "Arabian Nights". A aventura em 3-D contará a história de um jovem comandante que junta forças a Simbad e Aladdin para resgatar a rainha Scheherazade.

O projeto, com direção de Chuck Russell, deve começar a ser rodado em meados deste ano. Hemsworth e Cyrus trabalharam juntos no ainda inédito "The Last Song", do estúdio Walt Disney. Ele é irmão do ator Chris Hemsworth, que faz atualmente o papel principal de "Thor", dos Marvel Studios. (Planet Pop)

PINK FLOYD PROCESSA GRAVADORA
(9.mar) O Pink Floyd processou sua gravadora, a EMI, por royalties da internet. O grupo de discos como "Dark Side of the Moon" e "The Wall" entrou com uma ação esta semana contra sua gravadora de 40 anos.

A banda está duvidando das contas da EMI para os pagamentos de royalties com suas vendas online. Outra reclamação é sobre a venda de canções avulsas, o que seria proibido no contrato do grupo com a gravadora. A ação está na Corte Superior de Londres. A EMI não comentou o processo. (Planet Pop)

Espetáculo cover dos Beatles usa até figurino histórico
Para celebrar os 50 anos de formação do Beatles, instrumentos emblemáticos, figurinos históricos e até o característico sotaque inglês de Liverpool de John, Paul, George e Ringo serão apresentados a partir de hoje e nas próximas três terças-feiras deste mês, a partir das 21h, no Espaço Villa, na Barra Funda. Com o espetáculo cover batizado de All You Need Is Love, Sandro Peretto (Lennon), César Kiles (McCartney), Thomas Arques (Harrison) e Renato Almeida (Starr) revivem os tempos de Beatlemania e trazem de volta a magia por trás da banda.Não é um simples show cover. A apresentação conta ainda com orquestra, regida por Anselmo Ubiratan, que emula o produtor George Martin, considerado por muitos o quinto Beatle. "Nosso espetáculo aborda todas as fases do grupo. Temos efeitos especiais, mantendo a fidelidade nos arranjos e no figurino", diz Kiles, o Paul da banda. "Este é um espetáculo 50% musical e 50% teatral, já que a banda interage entre si no palco conversando em inglês e com sotaque", completa.

O repertório será composto por mais de 60 músicas que serão tocadas com instrumentos iguais aos usados pelos Beatles, como a bateria Ludwig 1962, as guitarras Gretsch e Rickenbacker, além do baixo Hofner. Para deixar a apresentação ainda mais parecida, Kiles, que é destro, aprendeu a tocar baixo com mão esquerda, como McCartney. "A paixão pelos Beatles vem de família. Todos em casa escutavam", conta. As informações são do Jornal da Tarde.

All You Need Is Love
Hoje, às 21h. Outras apresentações nos dias 16, 23 e 30.
Espaço Villa: Av. Francisco Matarazzo, 774, Barra Funda. Telefone: 4003-1212.
600 Lugares. 18 anos.
De R$50 a R$80

Orquestra Sinfônica Brasileira completa 70 anos com mais de 90 concertos programados para 2010
Em coletiva na manhã desta terça-feira (9), no Copacabana Palace, o regente e diretor artístico da OSB, Roberto Minczuk falou sobre as expectativas das comemorações pelos 70 anos da Orquestra.

Uma das mais tradicionais orquestras do país, a Orquestra Sinfônica Brasileira (OSB), completa 70 anos em 2010. Para comemorar a data, uma vasta programação ao longo do ano irá movimentar algumas das salas de concerto do país. O Theatro Municipal do Rio de Janeiro, que tem previsão de reabertura para abril - após passar por amplas reformas, vai receber 47 dos 90 concertos programados. “Vamos marcar de forma brilhante esta data, fazendo uma homenagem a quem fez história com a música clássica brasileira e também pensando no futuro”, disse Roberto Minczuk, regente e diretor artístico da OSB.

Divulgação

Sergio Fortes (diretor da OSB), Roberto Minczuk e Ricardo Levisky (diretor de marketing)

Enquanto o Theatro Municipal não fica pronto, os músicos ensaiam na Sala Cecília Meirelles, também no centro da cidade. Mas o projeto é que a nova sede da OSB seja a Cidade da Música, construída na Barra da Tijuca. A construção do local começou na gestão do prefeito Cesar Maia, em 2003, e teve as obras interrompidas no começo de 2009, no começo da gestão do atual prefeito Eduardo Paes, após suspeitas de superfaturamento. A previsão é que a sala principal para concertos esteja aberta ao público até dezembro deste ano.

A programação 2010 começa no dia 15 de maio, no Theatro Municipal, com concerto do regente e pianista Leon Fleisher, que não se apresenta no país desde 1956. a seguir, alguns assuntos levantados durante a coletiva com Roberto Minczuk.


Cidade da Música
“Estivemos com o prefeito Eduardo Paes, que garantiu o interesse de transferir em definitivo a Orquestra para a Cidade da Música. As obras, inclusive, foram retomadas. O local está destinado a ser a nova casa da Orquestra Sinfônica Brasileira. É claro que seria maravilhoso termos logo nossa casa própria neste ano. Mas a promessa que nos foi dada é que, até o final do ano, a sala principal de concertos já estará em funcionamento”.

Juventude
“É a primeira vez que estamos com o projeto de formação de um coro jovem da OSB. A idéia é que possamos fazer um programa de inclusão de crianças de diferentes regiões da cidade do Rio. Mais do que um trabalho artístico e musical, é algo pensado no social. Vamos unidos jovens em torno do interesse pela música. O coro é formado por pessoas até 16 anos de idade”.

CD’s e DVD’s
“Alguns dos concertos deste ano devem ser gravados para lançarmos em DVD e CD. Vamos também transmitir alguns concertos através da TV Brasil e da rádio MEC, explorando gravações ao vivo. Mas tudo isso depende de captação de verbas. Nossa prioridade é pagar as contas e dar um aumento salarial aos músicos da OSB. Precisamos manter as contas em dia”

Presença online
“Gostaríamos de ter transmissão de nossas apresentações, ao vivo, via internet. Isso também faz parte de um programa de interação com outras plataformas. Já estamos atrás de gravações históricas da Orquestra, para disponibilizarmos no nosso novo site, que vai estrear no dia 8 de maio”

Investimento
“O orçamento para 2010 é de R$ 30 milhões. Deste total, R$ 8 milhões são de patrocínio da Vale, R$ 8 milhões do BNDES,  R$ 6 milhões da Prefeitura do Rio e outros R$ 8 milhões vindos de 26 empresas privadas. Além disso, recebemos também R$ 2 milhões adicionais de parceiros amigos da OSB”.

Novos talentos
“Começou nesta terça-feira a inscrição para o concurso ‘Nelson Freire – Jovens Pianistas'. Jovens de até 26 anos podem participar, enviando material de suas apresentações em formato de DVD ou de CD. Todos serão avaliados por uma banca formada por músicos da Orquestra e presidida por Nelson Freire. Os primeiros lugares ganharão um valor em dinheiro ainda não estipulado e a oportunidade de se apresentar com a OSB na temporada 2011”.


Filme terá "Livro de Gênesis" como base
Filme terá "Livro de Gênesis" como base Por Ricardo Bairos Nova York (AE) - (9.mar) O "Livro de Gênesis", da Bíblia, será a base para um novo filme do estúdio Paramount Pictures."In the Beginning" será uma produção em 3-D sobre a criação do mundo. O projeto terá roteiro de John Fusco e direção de David Cunningham. O orçamento do filme será de US$ 30 milhões. O elenco ainda não foi escolhido. (Planet Pop)

CRIADOR DE "FAMÍLIA SOPRANO" DIRIGIRÁ FILME
(9.mar) O criador de "Família Soprano" dirigirá seu primeiro projeto para o cinema. David Chase, que criou e produziu o seriado de TV de sucesso, rodará a seguir um filme sobre adolescentes de um subúrbio dos anos 60, em uma história relacionada com a música. O roteiro também é dele. O projeto será produzido pelo estúdio Paramount Pictures. Não há mais detalhes sobre o filme. (Planet Pop)

LIV TYLER TRABALHARÁ EM FILME DE SUSPENSE
(9.mar) Liv Tyler trabalhará a seguir em um filme de suspense. A atriz está confirmada no elenco de "The Ledge", um thriller que terá roteiro e direção do estreante Matthew Chapman. Patrick Wilson, Terrence Howard e Charlie Hunnam também trabalharão no projeto.

A história será sobre um homem (Hunnam) que decide que tem de pular de um parapeito antes do meio-dia enquanto um policial (Howard) tenta acalmá-lo. As filmagens começaram esta semana em Baton Rouge, na Lousiana. (Planet Pop)

SONHO DE VICTORIA BECKHAM É VESTIR MICHELLE OBAMA
(9.mar) O sonho de Victoria Beckham como designer é vestir a primeira-dama Michelle Obama. A ex-Spice Girl disse que está "desesperada" para colocar a mulher do presidente americano em um de seus vestidos. "Eu acho que ela é incrível. Uma mulher muito forte e muito bonita."
A britânica lançou dois anos atrás sua coleção de vestidos e outras peças de luxo. Ela já teve uma linha de jeans no passado. Entre as celebridades que já foram fotografadas com suas criações estão Drew Barrymore, Blake Lively e Heidi Klum. (Planet Pop)

Último desfile de Alexander McQueen é festa de cores e alegria
Por Sophie Hardach PARIS (Reuters Life) - O desfile da coleção final do estilista britânico Alexander McQueen, na segunda-feira, revelou uma festa de cores e texturas, destacando seu talento e sua paixão pelo espetacular, semanas apenas após seu suicídio. A mídia britânica informou que McQueen estava inconsolável devido à morte de sua mãe, no início do mês passado, e que tinha um histórico de depressão.

Suas criações na coleção mostrada na segunda, porém, revelam o outro lado de sua personalidade: repleto de alegria e amor à vida.

Assistentes fizeram força para controlar as lágrimas enquanto assistiram a modelos com expressões impassivas desfilando roupas que seriam próprias para seres místicos.

Um casaco de penas douradas cobria parte de uma suave saia branca pregueada; um longo vermelho era enfeitado com milhares de discos dourados que farfalhavam a cada passo da modelo, e uma capa veneziana preta, bordada, evocava mistérios de capa e espada.

Traindo a inspiração nos grandes mestres da pintura, tecidos eram puxados de lado para revelar bordados dourados, uma saia de penas ou um vislumbre de pele. Estampas refletiam as fantasias sangrentas de Hieronymus Bosch, enquanto vestidos longos e flutuantes lembravam a doçura de uma Vênus de Botticelli.

Conhecido como o rebelde da moda, McQueen ficou famoso com ideias provocantes como as calças de cós baixo e ar desleixado, mas seus trabalhos posteriores não foram tão chocantes e sim deslumbrantes, provocando um senso de encantamento.

Nas últimas semanas, varejistas vêm relatando um aumento grande nas vendas de suas roupas e acessórios. A coleção de outono estava quase pronta no momento em que McQueen se matou.

"Tudo foi inspirado e desenvolvido por Lee, e todos os moldes foram cortados por ele", disse à Reuters o executivo-chefe da Alexander McQueen, Jonathan Akeroyd, chamando o estilista por seu primeiro nome.

"Tudo já estava nas etapas finais, então foi preciso apenas finalizar as peças", disse Akeroyd após o desfile. "Tivemos quatro semanas nas quais concluir o trabalho dele."

McQueen tinha visualizado um espetáculo extravagante. O desfile de sua coleção primavera, no ano passado, teve câmeras robóticas e modelos usando sapatos altíssimos com garras. Mas após seu suicídio, em Londres, em fevereiro, a maison optou por realizar o desfile num ambiente contido, numa mansão discreta a pouca distância do Sena.

"À luz do que aconteceu, decidimos que essa seria a maneira melhor de fazer o desfile, em um ambiente de perfil baixo". disse Akeroyd, acrescentando que ainda não está sendo aventado o nome de um sucessor de McQueen.